O boxer tem nas suas
origens os cães do tipo molossóides que acompanhavam os povos Romanos, Gregos
e Fenícios nas suas expedições.

Os
vários molossos foram sendo definidos n Europa Central, e no século XVIII
surge na Alemanha o Bullenbeiser, considerado antecessor do boxer.
O Boxer
nasce do cruzamento entre uma Bullenbeiser e um Bulldog Inglês, e em 1895
aparece pela primeira vez um Boxer inscrito numa exposição, em Munique.
Em 1905
é estabelecido um primeiro standard, que posteriormente vem a sofrer
modificações por forma a eliminar os exemplares pretos e completamente
brancos.
No séc.
XX a sua popularidade como cão de guarda e defesa é reconhecida mundialmente.
Paralelamente descobrem-se as suas excelentes aptidões para cão de companhia.
É fácil de educar, mas em certos casos pode ser um pouco teimoso.
Como tal determinação sem violência faz com que mude de opinião.
Não
é conveniente deixar que estranhos à família lhe preparem ou dêem comida,
uma vez que o Boxer é muito sociável, e em adulto pode vir a confiar
demasiado.
Deve dedicar-lhe tempo e carinho, e nunca deixar de lhe dar atenção. Usar as
brincadeiras para a sua educação é o segredo do sucesso.

Não se deve gritar a um boxer, nem recorrer aos maus tratos, pois são muito
sensíveis às reprimendas, e qualquer tom de desaprovação por parte do seu
dono é suficiente para o fazer sentir mal.
Nunca deve ser mimado ou superprotegido: o dono perde a sua autoridade e o cão
converte-se num desobediente sem igual.
Acima
de tudo o Boxer necessita de passeios e de muito carinho...
Tem um manto muito fácil de tratar. Para o manter brilhante apenas tem de
escovar duas vezes por semana. Os banhos não devem ser frequentes, a não ser
que sejam indispensáveis. Tente não os realizar antes de completar o primeiro
ano e seque-o bem.
O seu porte atlético e musculoso requer passeios e exercícios diários: no
mínimo três passeios por dia, dedicados a brincadeiras e corridas. Tem
aptidão para actividades desportivas, onde pode gozar a companhia do seu dono
Precisa de uma limpeza diária aos olhos, ouvidos e boca. A forma do seu focinho
faz com que se babe em excesso e, após as refeições, os restos podem ficar
acumulados na sua boca e fermentar dando lugar a algumas infecções.
A sua alimentação e porções dependem da qualidade da ração: não se
esqueça de que é um atleta e que se deixa de fazer exercício tem tendência
para engordar. Adeqúe a sua dieta ao tipo de actividade realizada.
Tem noção da responsabilidade requerida por um companheiro canino e nunca o
menospreza ou abandona, por mais que cresça.
É activo, prefere os passeios e uma boa excursão a uma tarde caseira em frente
da televisão.
Não é um maníaco da organização e da limpeza, nem pretende que a sua casa
seja um museu.
Tem uma família numerosa e com crianças, e é compreensivo com as
travessuras realizadas, tanto por crianças, como por cães.
Actua sempre de bom humor, mas sabe ser firme e deixar bem claro quem manda em
casa.
Forte instinto hierárquico, que o leva a lutar com outros cães
Nervoso
Alguns exemplares babam excessivamente
